Pacto de Autarcas

Município de Odivelas não subscreve

A Corrupção

Carla Sofia Marcelino

Não há Políticas de Juventude em Odivelas!

OdivelasTV Entrevista presidente da JSD Odivelas, Carla Marcelino

11 de fevereiro de 2005


JSD Odivelas em campanha com a presença do Dr. Quartin Graça. (Legislativas 2005)
kont@cto

10 de fevereiro de 2005

As promessas do Engº. Sócrates

As promessas do Engº. Sócrates

Em época de campanha eleitoral para fazer render os seus votos, José Sócrates prometeu se ganhar as próximas legislativas criará mais de 150 mil postos de trabalho nos gabinetes ministeriais e institutos públicos. Meus Senhores isto será trágico se o Estado criar estes empregos! Como todos nós sabemos cerca de 65 % das receitas do estado são para pagar a funcionários públicos, se ainda há pessoas a querem dar mais despesa ao estado desta maneira tão simpática (com o dinheiro de todos os contribuintes, claro) para onde irá para o nosso Défice? 4% ou 5%?
Para bem dos contribuintes, a Função pública não pode aumentar de dimensão e os novos funcionários contratados terão de ser menos que os trabalhadores aposentados. A solução viável tem de vir do sector privado e não do público. A generalidade dos empresários não cria empregos por questões filantrópicas, mas sim para desenvolver as suas empresas e aumentar o retorno do seu investimento, para este pregador se não sabe, fica a saber que está provado que só crescimentos acima dos 3% é que geram criação de emprego e diminuição desemprego. Não será tão cedo que chegaremos a esse nível. E mesmo com essa taxa não é seguro que aumente substancialmente o número de pessoas empregadas.
Realmente é fácil resolver o problema do desemprego com o dinheiro dos contribuintes, ou seja, com um novo aumento da despesa pública com a criação de 150 mil postos trabalho, o estado terá, forçosamente de aumentar os impostos aos contribuintes, sobretudo impostos directos como é o caso do IVA, para fazer face aos ordenados de mais 150 mil funcionários, de institutos públicos!
O lema do PS para as legislativas é o seguinte: Oferecem-se empregos grátis, quem quer, quem quer...!

Pedro Vara

O paradigma da Evolução na Sociedade



Sobre o desenvolvimento e o progresso podem dizer-se muitas coisas. Difícil é dizer coisas acertadas, ou que reúnam o consenso de todos. No entanto vale a pena tentar reflectir um pouco sobre esta questão. Relacionado com este tema, um dos assuntos que costumam provocar maiores discussões na sociedade é a diversidade de perspectivas em relação às interpretações da economia. Esta é uma questão particularmente delicada para a maioria das pessoas.
Em primeiro lugar é preciso lembrar o princípio de que, cada pessoa deve dispor de dos meios financeiros necessários para que possa viver com dignidade. Entre as diversas abordagens que se fazem em relação a isso podem destacar-se duas linhas de pensamento distintas. Uma delas, conotada na generalidade com os ideais de esquerda, defende a partilha dos níveis de riqueza de uma forma igual para todos os cidadãos. Por outro lado, esse princípio revela-se menos atractivo para a população que defende os ideais de direita. Porque será?
Do ponto de vista sociológico, as populações caracterizam-se sempre por uma diversidade entre os indivíduos, a nível psicológico, físico, de inter-acção entre eles e com o mundo que os rodeia. É nessa variedade que reside a riqueza das sociedades. É importante para as populações que sejam respeitadas as diferenças entre os indivíduos, promovendo-se a sua liberdade e confraternização.
Uma vez que é desaconselhavel tentar unificar os hábitos e os costumes dos indivíduos, de forma a poderem coexistir em liberdade de consciência e em Democracia, as pessoas demonstram diferentes níveis de aptidão e entrega às actividades em que se empenham nas áreas profissionais ou de lazer. Portanto, são diferentes os graus de produtividade ou de perfeição a que cada indivíduo consegue chegar, independentemente das tarefas ou desafios que se propõe a resolver.
Desta forma, as pessoas devem ser recompensadas financeiramente e socialmente em função do nível de profissionalismo que conseguirem alcançar e do contributo que derem para o desenvolvimento da sociedade. Em resumo pode dizer-se que, apesar de as sociedades dos diferentes países do mundo tenderem a unificar-se culturalmente, é saudável e extremamente importante serem respeitadas as liberdades individuais das pessoas, promovendo-se os ideais de Democracia.

Fernando Almeida

o primeiro..

Assim tem inicio esta grande aventura...